Arquivo para Janeiro, 2008

Brasil é considerado o 35º país que mais respeita o meio ambiente

O Brasil foi considerado a 35ª nação que mais respeita o meio ambiente, em uma lista com 149 países, de acordo com o índice de atuação ambiental 2008 divulgado nesta quarta-feira (23) no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

No ranking, feito pelas Universidades de Yale e Columbia, ambas nos Estados Unidos, o país mais consciente no que diz respeito à natureza é a Suíça, seguida pela Suécia, Noruega, Finlândia e Costa Rica.

Critérios
Entre as 25 mais nações mais bem colocadas também se encontram a China, a Índia e a Austrália.

Para a elaboração da lista, foram considerados a saúde ambiental, a poluição do ar, os recursos de água, a mudança climática, os recursos naturais produtivos e a biodiversidade.

Países americanos
Entre os 26 países de todo o continente americano, após a Costa Rica, o melhor colocado foi a Colômbia, que aparece em nono lugar.

Outros destaques na região são o Canadá, Equador, Chile e Panamá. Já nas últimas colocações aparecem Bolívia e Haiti.

Quando considerados somente os países americanos, o Brasil fica em 8º lugar e os Estados Unidos, na 11ª colocação, sendo que no ranking geral, o país ficou na 39ª posição.

Outros locais
Entre os países do Leste Europeu, a Croácia e a Albânia lideram as nações que mais respeitam o meio ambiente. Já na região Ásia-Pacífico, Nova Zelândia e Japão ficaram entre os primeiros lugares.

fonte: Infomoney

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O assistencialismo é sustentável?

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Uma matéria do NYTimes me trouxe de volta à mente uma questão que têm me pertubado há algum tempo. A história é sobre o Egito, e, resumindo, dá-se mais ou menos assim: nos idos da 2ª Guerra Mundial, o governo egípcio começou a subsidiar bens como o pão, o açúcar e o chá. Uns 30 anos depois, quando eles tentaram acabar com a festa, o povo reclamou, protestou, e a coisa ficou por isso mesmo. Hoje continua do mesmo jeito, só um pouco pior. Os anos de subsídios, e um esquema pouco vigiado abriu espaço para uma nova máfia, e um baita comércio de subornos. Coisas do terceiro mundo…

Aqui no Brasil, nosso excelentíssimo presidente (o da República, não o do blog) começou o seu projeto assistencialista há alguns anos – o seu tão querido Bolsa-Família. Eu não quero entrar no mérito do programa, se ele é necessário, ou se, somando todos os seus prós e contras, ele é bom. Vou me limitar a dar um exemplo, de algo que eu vi, que para mim se tornará um imenso problema em anos futuros.

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Joãozinho só usará fraldas de pano

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Fabiano e Kati vão ter seu primeiro filho nos próximos dias e quando perguntados se eles não vão fazer um “chá de fraldas” sabe o que eles responde: João só vai usar fraldas de pano! Além de uma economia de dinheiro significativa o casal vai contribuir e muito com a preservação do meio ambiente.

Assim como esse casal de amigos outros pais ecológicos não querem contribuir para as mais de 3,4 milhões de toneladas de lixo por ano geradas pelo descarte de fraldas. Essa é a explicação para o aumento de 25% para 50% que as empresas americanas registraram nos últimos anos nas vendas de fraldas de pano, segundo a revista Time.

As novas fraldas de tecido, porém, são uma versão repaginada das antigas fraldas. Em vez dos alfinetes, velcros e botões para segurar o tecido. Em volta das perninhas e da cintura, elástico para que a fralda fique bem ajustada ao corpo. E uma cobertura sintética em todo o tecido para evitar possíveis odores desagradáveis. Lavou, ficou novo! Estima-se que até a criança aprender ir ao banheiro os pais gastariam US$ 3000 em fraldas descartáveis. Com as de pano, seriam apenas US$ 300.

Há quem discorde do revival. Lavar as fraldas sujas gastaria água, energia e lançaria produtos químicos no ambiente – prejuízos ambientais comparáveis ao se produzir e jogar fora fraldas descartáveis. Aproveitando essa discussão, a empresa gDiapers lançou uma fralda que pode ser jogada no vaso sanitário. De acordo com a companhia, o material seria decomposto no esgoto e não prejudicaria o meio ambiente. Será que é uma boa idéia? 

fonte: Blog do Planeta
 

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Coleta Seletiva no Recife

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A coleta seletiva, desde 2001, realiza ações para a melhoria e preservação do ambiente, tratando de forma adequada os resíduos sólidos gerados pela população do Recife. As ações visam orientar a separação do lixo domiciliar orgânico do lixo reciclável. Para que a coleta atinja as metas planejadas pela EMLURB, foi lançado um programa operacional e educativo de coleta porta-a-porta em residências, condomínios, escolas públicas e particulares, empresas e indústrias que se interessem em participar do programa. Trata-se de um conjunto de ações em que o município é parte integrante na preservação do meio ambiente.

A coleta seletiva é viabilizada através de caminhões compactadores que fazem os circuitos em dias alternados a partir das 8 (oito) horas da manhã. Uma vez por semana, de segunda a sábado, o caminhão da coleta seletiva circulará pelos 43 bairros onde acontece a coleta domiciliar alternada. São 36 roteiros.

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fonte: Prefeitura do Recife

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Espaços urbanos verdes em Tokyo

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Os países subdesenvolvidos não são os únicos com problemas de planejamento urbano. A cidade de Tokyo no Japão está sofrendo por falta de áreas verdes principalmente no centro da grande metrópole. Para se ter uma idéia de como o problema é sério em Nova York e em outras grande cidades a quantidade de 5 a 6 vezes mais área verde per capita que Tokyo. 

Para aumentar essa taxa o governo lançou uma ação que incentiva os cidadãos a plantar. A solução de utilizar pequenos espaços me lembra aquela fábula da formiginha apagando o incêndio na floresta. O importante é: se cada um fizer sua parte acho que poderíamos ter um ambiente mais limpo e arborizado. Vejas as fotos.

fonte: http://pingmag.jp/

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Ambientalistas no EUA nervosos

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Por: Sérgio Abranches 

A vitória de Mitt Romney em Michigan deixou os ambientalistas no EUA nervosos. Afinal, ele representa a pior proposta ambiental entre os candidatos que têm alguma chance. É quase tão ruim quanto Bush.

Foi uma vitória esperada e que não tem grande impacto na definição de quem sairá candidato pelo partido Republicano. Romney era o candidato de casa, nasceu em Michigan, onde seu pai foi governador nos anos 60, embora tenha feito carreira política no estado de Massachusetts, que governou. Mas campanha é assim, nervos à flor da pele. Como as reações e o noticiário são em cima dos fatos, não há distanciamento e um ato isolado acaba assumindo proporções que de fato não tem. Mitt Romney estava sendo considerado um candidato com chances decrescentes, deixando os ambientalistas mais calmos. A vitória em Michigan virou um “retorno”, à corrida. Voltaram a falar em suas chances. Os ambientalistas reagem. O fato é que ele era competitivo antes dessa vitória e continua sendo depois, na mesma proporção.

E essa vitória, com 39% dos votos, deve ser vista em perspectiva. Na verdade, o que houve de surpreendente em Michigan foram os 30% dos votos obtidos por McCain, que tem uma proposta ambiental muito melhor que a de Romney. Essa primária foi esvaziada pelos democratas, que discordarem de sua antecipação. Ela deveria ser na super-terça, 5/2, e foi realizada antes com o objetivo de dar mais visibilidade ao estado, que cuja economia anda mal. A antecipação elevaria os gastos de campanha os Democratas se retiraram, menos Hillary Clinton, que disputou sozinha. Toda a emoção da disputa ficou no lado republicano e McCain conseguiu um segundo lugar bem mais robusto do que se imaginava.

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fonte: |o eco|

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A garrafa PET virou um cartão de banco

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O Banco do Brasil acaba de contratar uma empresa que vai substituir os cartões eletrônicos dos seus correntistas por versões feitas com plástico PET reciclado. O material de garrafas de refrigerante será processado e transformado nos cartões comuns, com os mesmos poderes financeiros que os atuais. Hoje, o PET das velhas garrafas já é reaproveitado em vestuário esportivo, carpetes e fibras de vassoura, e a iniciativa do banco abre mais espaço para reutilização do material, devendo estimular a coleta seletiva das garrafas descartadas, e diminuindo o acúmulo em lixões e córregos.

Depois do anúncio do Banco do Brasil, outros bancos afirmaram que também irão adotar, ainda esta semana, os cartões de PET.

Só uma pergunta vem à minha cabeça toda as vezes que vejo empresas utilizando garrafas pláticas recicladas para outros produtos que tradicionalmente não são produzidos com esse material (não é o caso do cartão de banco!). Será que não seria mais inteligente manter o plástico dentro da sua cadeia de valor? Tipo: porque usar plástico reciclável em camisas se poderíamos fazer novas garrafas?

fonte: Blog do Planeta

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Trapeiros de Emaús

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Em agosto de 1996, no bairro do prado, região central da cidade do Recife, foi fundada a Associação dos Trapeiros de Emaús, motivada pelo lema: trabalho, serviço é partilha. Estiveram presentes dentre outros, o arcebispo emérito de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara e o padre francês L´Abbé Píerre, idealizador e fundador do movimento Emaús internacional. Encorajado por Dom Hélder, coube ao italiano radicado no Brasil Luis Tenderini, a árdua missão de organizar e fundar o Emaús Recife.

O trabalho realizado pelos Trapeiros de Emaús de Recife consiste na coleta de materiais recicláveis (ou reutilizáveis) dos leitos dos rios Capibaribe e Beberibe. São coletados, além de materiais recicláveis, móveis, eletrodomésticos, roupas, livros, condicionadores de ar, refrigeradores, e computadores. Todo material é avaliado, restaurado e posto a venda por preços bem acessíveis a famílias de baixa renda. A venda é feita tanto na sede do grupo como também nos bazares itinerantes, que são realizados em bairros da periferia do Recife e no campus da UFPE.

A história já tem 10 anos, cheios de de lutas e conquistas, e pode ser lida na íntegra aqui.

Muito sucesso nos próximos 10 anos!!

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Programa Adote o Verde

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A natureza convida você! Este é o lema da nova campanha de conservação e ampliação das áreas verdes do recife.

No Recife existem cerca de 300 áreas verdes públicas, classificadas como jardins, canteiros, praças e parques. Para melhorar a qualidade de vida da população, os espaços verdes devem ser ampliados e mantidos em perfeitas condições. Os equipamentos já existentes devem ser recuperados, para que a comunidade possa usufruir cada vez mais.

Por isso é imprescindível a realização de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada. Com este objetivo a EMLURB, junto com a Secretaria de Planejamento Participativo e a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), elaborou um programa de adoção de áreas verdes: PROGRAMA ADOTE O VERDE.

O Programa Adote o Verde está ampliando as parcerias e otimizando os recursos aplicados, agilizando e melhorando os serviços prestados à comunidade. Isto significa mais verde no Recife e vida melhor para a população. Para participar do Programa basta clicar na Proposta de Adoção e baixar o Manual, que contém as informações necessárias para o adotante

fonte: Prefeitura do Recife

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Prefeitura do Recife reforça limpeza do Rio Capibaribe para o Carnaval

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O Rio Capibaribe, uma das principais atrações turísticas da capital pernambucana, receberá um tratamento diferenciado esta semana. A Prefeitura do Recife montou um mutirão especial de limpeza para remover material poluente das margens do rio recifense, a partir das 9h desta quarta-feira (16). A operação, parte da programação de serviços do Carnaval Multicultural 2008, contará com 20 garis da Emlurb e dois barcos catamarã.

A equipe percorrerá vários trechos de manguezais às margens do Capibaribe, saindo da Casa da Cultura, em Santo Antônio, e ainda passará por áreas na Boa Vista, Santo Amaro até chegar à ponte do Limoeiro. Os dois barcos que fazem a limpeza do Capibaribe também integrarão a operação.

Segundo o presidente da Emlurb, Carlos Muniz, as áreas percorridas foram escolhidas estrategicamente, pois são inatingíveis pelos barcos que removem lixo do leito do rio diariamente. “Além disso, o trabalho feito de forma manual evita algum tipo de agressão à vegetação, que fica numa área de preservação ambiental”, explica Muniz.

A Prefeitura já destina, mensalmente, R$ 30 mil para cuidar do Capibaribe. Diariamente, dois barcos, tripulados por quatro
servidores, recolhem uma média de cinco toneladas de lixo no leito do rio. “O Capibaribe chama a atenção dos turistas que visitam a cidade no Carnaval e deve estar o mais limpo possível. Por isso, o serviço, que estava previsto para fevereiro, foi antecipado”, reforça o secretário de Serviços Públicos do Recife, Amaro João.

A Emlurb calcula que cerca de 35 toneladas de resíduos devam ser recolhidos no mutirão. “Um pouco menos do que as 40 toneladas que recolhemos em dezembro, na última operação de limpeza”, lembra Carlos Muniz.

fonte: Prefeitura do Recife

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